quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Fotos e Imagens!

Para que gosta de fotos e imagens, descobri um dos melhores sites sobre o assunto. É um infinito de belas fotos de uma profissional de mão cheia. É em inglês, mas não quer dizer que o meu está bem não. Bom proveito.
Não tenho atualizado muito o blog, mas vou tentando. Que a primavera traga
muitas alegrias para todos nós. Dedico esta mensagem a minha prima Rosa, de Santa Catarina, sempre muito querida e atenciosa, de uma família muito especial que muito admiro. Só espero convivermos mais.

http://juliemagerssoulen.blogspot.com/

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A Jamaica e o melhor do Reggae!

É pra jah

Bob Marley
Como quem venceu estourado a votação pelo Twitter e pelo Facebook foi o reggae, este episódio do Projeto 1001 traz 10 tragadas fundamentais dos bons vapores jamaicanos. Não vai ser o único episódio dedicado à Jamaica, mas é aquele que mata os principais leões de cara: Bob Marley, Peter Tosh e Jimmi Cliff, e alguns leões pessoais: Horace Andy, Black Uhuru e Linton Kwesi Johnson. Aproveite que o fim de semana está chegando e relaxe:

1.Uptown Top Ranking - Althea & Donna
2.Declaration of Rights - The Abyssinians
3.Marcus Garvey - Burning Spear
4.Them Belly Full - Bob Marley and the Wailers
5.Legalize It - Peter Tosh
6.The Harder They Come - Jimmy Cliff
7.Police and Thieves - Junior Murvin
8.Sistren - Black Uhuru
9.Spying Glass - Horace Andy
10. Dread Beat An' Blood - Linton Kwesi Johnson

Acesse o site da Revista Trip e divirta-se muito.

http://revistatrip.uol.com.br//blogs/discofonia

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Encontre seu emprego!

Encontre o emprego dos seus
sonhos! Faça uma busca agora mesmo!
Nosso site é GRÁTIS para candidatos!

http://www.monsterbrasil.com.br/

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Como era Nova York (A ilha de Manhattan)!


Foto de Robert Clark e ilustrações de Markley Boyer e Philip Straub

Antes de Nova York

Quando Henry Hudson chegou a Manhattan, em 1609, o que foi que ele viu?
Por Peter Miller

Ao recuar quatro séculos os ponteiros do relógio, os ecologistas revelaram a aparência da ilha de Manhattan naquele setembro à tarde quando Hudson chegou de navio à enseada de Nova York.

Veja a bela matéria e fotos na página http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/edicao-114/manhattan-400-anos-493834.shtml

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O Poder da Motivação!

No mundo moderno, a motivação é a chave de ouro que abre as portas das grandes oportunidades para a vida pessoal e para o sucesso profissional.
Certo dia, um pedreiro, depois de ter trabalhado muitos anos para uma companhia, disse ao seu chefe que tinha planos de se aposentar ainda naquele ano. O chefe ficou surpreso e entristecido, pois perderia um bom colaborador, mas concordou. E disse:
"Vou lhe fazer um último pedido. Preciso que você construa uma casa".
O pedreiro, não vendo outra saída, aceitou a proposta e começou a obra com muito desânimo. Fez um alicerce sem muita estrutura e levantou as paredes com pressa de terminar logo. Usou material de péssima qualidade. Enquanto construía, tinha pensamentos negativos e má vontade estampada no olhar. Estava muito desmotivado.
Depois de pronta, a casa ficou pobre em estrutura e aparência, mal feita e pouco valorizada. No dia seguinte, o pedreiro foi ansioso procurar o seu chefe, não só para dizer que já havia terminado, mas, principalmente, para se sentir livre de seus compromissos profissionais.
Então, seu chefe, segurando as chaves da casa na mão, disse: "Meu querido colaborador, agradeço a sua dedicação durante todos esses anos. Para provar a minha gratidão, esta casa que você acabou de construir é um presente para você e sua família".
No dia-a-dia estamos construindo a nossa casa, ou melhor, a nossa vida. O desânimo é um veneno que estamos colocando em nosso próprio copo d'água. A palavra "desânimo" significa "sem alma". É importante lembrar que o ânimo e a motivação vem de dentro para fora. Nasce no coração dos nossos sonhos. E quem não tem sonhos, apenas sobrevive, pois ainda não aprendeu a viver a magia da vida. No mundo atual, as pessoas desmotivadas serão esquecidas e não terão o direito de reclamar, pois elas mesmas já se esqueceram.

1ª Conheça a sua missão de vida - Isto requer autoconhecimento. Descubra seus talentos e aptidões naturais, observe as atividades e situações que lhe trazem prazer e satisfação pessoal. Não pense no dinheiro agora; nessa fase você vai encontrar a sua razão de vida. Busque testes de aptidão, ciências esotéricas, psicólogos etc. Esse princípio é essencial. Quando o seu coração sentir uma paz especial em forma de certeza, significa que você já encontrou a resposta.

2ª Planejamento Estratégico - Elabore um plano claro e audacioso levando em consideração as suas descobertas na primeira fase (missão). Escreva tudo em um caderno e deixe-o em seu quarto. Coloque nesse plano suas metas de vida, as ações que correspondem a essas metas e não se esqueça de colocar as datas. Nessa fase você já deve pensar em quanto deseja ganhar pelo seu trabalho; coloque isso também no papel. Mas nunca se preocupe muito com esta questão, pois o universo sempre arruma uma verba para a realização de um sonho verdadeiro.

3ª Faça a verdadeira caridade - A palavra caridade significa doação daquilo que temos de mais caro. Tenho certeza que não é o seu carro e nem o seu apartamento, mas sim a criatividade, a imaginação e a boa vontade. Use isso em seu projeto de vida. Faça caridade levando o que você tem de melhor para as pessoas, pois além de você desenvolver a verdadeira motivação, o universo ainda lhe pagará muito bem em todos os sentidos da vida.

Por Marcelo de Almeida - http://www.marcelodealmeida.com.br/
Blog: http://www.maisvidamaistempo.blogspot.com/

domingo, 6 de setembro de 2009

Pátria amada, mãe gentil?

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Frequentemente nosso presidente manifesta sua revolta diante da tragédia social que nos assola. Pode ser um começo. Mas é pouco
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A MINHA infância, povoada por soldadinhos de chumbo e outras fantasias, continha momentos inebriantes. Era quando os soldados, evoluindo nas paradas do Sete de Setembro, desviavam o seu olhar e miravam, respeitosamente, os senhores da nação. Hoje não quero mais assistir aos desfiles. Com medo de não encontrar os mesmos olhares, de não vislumbrar a mesma nação.
Exagero meu ou aflições verdadeiras, produzidas por uma realidade desconcertante? Ouço que o Brasil tornou-se uma nação soberana, que nunca antes neste país materializaram-se tantas aspirações do seu povo, que as potências estrangeiras dobram-se à grandeza da nacionalidade.
Nos jornais encontro números tão expressivos quanto misteriosos. O PIB brasileiro em 2008 foi de US$ 1,94 trilhão, o nono na escala planetária. O Brasil tornou-se credor do FMI. As exportações brasileiras atingiram, em 2008, o valor de US$ 197,94 bilhões. O índice Bovespa registra em 2009 valorização que supera 50%.
Diante dessas notícias, por que tanto desconsolo da minha parte? Talvez por ser médico e por compreender que a saúde de uma nação tem de ser pautada não apenas pelo seu PIB, mas, principalmente, pelo respeito à condição humana e pela luta sem tréguas contra a desigualdade social.
Como ser feliz se estamos no 70º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano, conceito mais justo que incorpora o dogma da existência usufruída com dignidade? Como permanecer calado quando descubro que cerca de 22%, ou 40 milhões de brasileiros, vivem abaixo da linha de pobreza, incapazes de sequer obter alimentos para subsistir?
Como ficar indiferente quando leio que mais de 25% dos membros da nação são analfabetos ou não conseguem compreender o que estão lendo? Desconforto que fica quase insuportável quando descubro que Cuba, Venezuela, Chile, Equador e Bolívia declararam-se recentemente territórios livres do analfabetismo. Como não ficar indignado quando estatísticas da ONU mostram que, para cada 1.000 crianças pobres que nascem no Brasil, 83 morrem antes de completar seu primeiro ano de vida, um número que contrasta com 5 mortes no Canadá, 8 no Chile e 15 na Argentina?
Mesmo ciente das minhas limitações, desconfio que a desgraça que nos assola resulte de uma coreografia insana que mistura uma histórica desigualdade social, governos descomprometidos com a condição humana e ações nefastas de um sem-número de oportunistas que tomaram de assalto, espraiaram-se e passaram a consumir o Estado.
Dados que ilustram a injustiça são abundantes. No Brasil, ainda de acordo com a ONU, 1% dos cidadãos mais ricos têm a mesma renda que a soma dos 50% mais pobres. Estes que perambulam pelas ruas da nação, oprimidos pela fome, pelas pragas e pela violência, incapazes de esboçar reação e controlar seus destinos. Subjugados por um sistema dirigente insensível, que foi capaz de pagar, em 2008, R$ 120 bilhões de juros da dívida nacional e destinar apenas R$ 48 bilhões e R$ 29 bilhões, respectivamente, para financiar toda a saúde e toda a educação superior do povo brasileiro. Governantes incapazes de compreender que sem saúde e sem educação não existem seres livres.
Frequentemente nosso presidente manifesta sua revolta diante da tragédia social que nos assola. Talvez seja um começo. Mas é pouco, sr. presidente. Pouco para alguém que, em período recente menos glorioso da história, conviveu com a injustiça e com autoridades que não eram coisa boa. Agora que o senhor é autoridade e a sociedade brasileira continua açodada por outras formas de truculência, imagine se a tua complacência for mal interpretada, confundida com aquiescência.
Como lembrava o arcebispo Desmond Tutu, incansável na luta pelos direitos civis: "Se ficarmos neutros numa situação de injustiça, teremos escolhido o lado do opressor". Presidente, principalmente você, que tem história para ser o exemplo, pode atender ao grito ensurdecedor de tantos filhos da nação.
Assumindo o combate sem limites ao grupo de predadores assentados no poder. Exigindo que a Justiça faça das leis instrumentos verdadeiros de defesa dos direitos, e não objetos de proteção aos ímprobos e poderosos.
E, tomado por compaixão, adotando ações genuínas para reduzir os efeitos da desigualdade e para resgatar a condição humana desses brasileiros. Só assim, perfilado no dia da pátria, você conseguirá, marejado, declamar com a multidão: "Dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada, Brasil".
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MIGUEL SROUGI , 62, médico, pós-graduado em urologia pela Havard Medical School (EUA), é professor titular de urologia da Faculdade de Medicina da USP e presidente do Conselho do Instituto Criança é Vida.

Excelente crônica publicada hoje na Folha de São Paulo,bem à propósito da Semana da Pátria!

sábado, 5 de setembro de 2009

Uma prece muito especial!

Prece de Matthew Henry

Matthew Henry é um conhecido especialista em estudos bíblicos. Certa vez, quando voltava da Universidade onde leciona, foi assaltado. Naquela noite, ele escreveu a seguinte prece:

Quero agradecer em primeiro lugar, porque eu nunca fui assaltado antes.
Em segundo lugar, porque levaram a minha carteira, e deixaram a minha vida.
Em terceiro lugar, porque, mesmo que tenham levado tudo, não era muito.
Finalmente, quero agradecer porque eu fui aquele que foi roubado, e não aquele que roubou.


Não deixe de acessar o Blog do grande brasileiro Paulo Coelho: http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/

Um grande final de semana e feriado a todos, com paz, alegria e amizade! E viva o o nosso maltratado Brasil. Telmo Silveira!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Trabalhar em casa pode ser mais econômico e eficiente!

Trabalhar em casa pode ser mais econômico e eficiente
30.08.2009

Muitos empresários decidem morar e trabalhar no mesmo lugar. Eles dividem o espaço físico e adaptam as atividades profissionais com a rotina do lar. Mas, adotam estratégias para que a vida doméstica não interfira no bom desempenho do negócio.

O casal Saulo e Elaine Fong mora no mesmo lugar onde trabalha. Em 2005, eles investiram R$ 60 mil para reformar a casa e montar lá uma escola de yoga e aikidô. A empresa ocupa dois terços da residência, que incluem a recepção, duas salas para atendimento individual e um salão para as aulas.

“É mais prático porque você tem a oportunidade de ter mais tempo e se relacionar, manter contato junto do trabalho. Dá para fazer várias coisas, morando e trabalhando no mesmo lugar”, explica a empresária.

As contas de telefone e luz são as mesmas da residência. Os empresários economizam tempo e é prático acordar e já estar no trabalho.

“Isso melhora muito na qualidade de vida porque a gente acaba não tendo essa perda ociosa com trânsito”, ensina Saulo.

Para o casal, a desvantagem é ter de ficar no mesmo espaço o dia inteiro. As aulas acontecem em vários horários ao longo do dia e até nos finais de semana.

Os empresários passam tanto tempo em casa trabalhando que eles mudaram algumas rotinas que poderiam fazer na casa. Eles fazem questão, por exemplo, de almoçar e jantar fora de casa todos os dias.

Saulo e Elaine sempre variam de restaurante ou lanchonete. O objetivo é mudar de ambiente e espairecer. E quanto mais sair de casa, melhor.

“É muito tempo fechado no mesmo ambiente e enjoa de ficar. Sempre quando pinta uma folga, até mesmo durante a semana, a gente costuma sair, fazer alguma atividade junto, para poder dar uma descontraída também”, diz Elaine.

O casal Fong também sabe que é preciso buscar atualização profissional para vencer a rotina.

“Apesar de a gente trabalhar com público, conhecer pessoas novas em cada curso, eu tenho o costume de participar de eventos, congressos, outros cursos de formação, tanto para desenvolver profissionalmente como para encontrar outras pessoas também”, afirma Saulo.

E quando estão em casa, os empresários fazem tudo para não misturar casa com trabalho. Eles separaram a residência da empresa com portas espelhadas.
E os alunos nem percebem que eles moram na casa.
“Para mim não teve diferença nenhuma, tanto que depois de um certo tempo que eu fui descobrir que eles moravam nesse ambiente também.São super profissionais, então não tem diferença”, defende a aluna Jessica Shiguti.

A publicitária Simone Drago largou o emprego em 2001 para montar uma empresa em casa. Ela faz projetos de comunicação e design gráfico para empresas.

“Eu comecei a trabalhar em casa, além do meu trabalho numa agência. Eu comecei a gostar muito por conta da minha paixão pelo que eu faço”, afirma.

Para a empresária, a economia e a praticidade são as grandes vantagens de trabalhar onde mora. Simone montou a empresa nos fundos da casa. Todos os dias, ela toma café e só precisa atravessar o quintal para chegar ao trabalho.

“Não me atrapalha trabalhar em casa, eu adoro ficar em casa assim como eu adoro trabalhar. E a disciplina me ajuda a dividir as coisas. Mas, é muito melhor você não pegar trânsito para ir trabalhar, porque isso já te tira um pouco do humor, para você chegar e começar o dia”, diz.

A empresária investiu R$ 11 mil no negócio. Comprou computador, impressora, e instalou internet com banda larga. A estrutura do imóvel é a mesma que já existia na residência. E as despesas fixas da casa não aumentaram.

“Se eu tivesse ido para outro lugar, eu estaria com dois custos porque eu ia querer ter internet na minha casa, um computador e isso tudo ia multiplicar os gastos. E hoje eu tenho uma estrutura aqui bem resumida, pra fazer o trabalho”, afirma.

Para o consultor Valdivo Begali, este tipo de negócio cai como uma luva para quem quer trabalhar em casa. Os projetos de comunicação podem ser feitos à distância. A empresária resolve quase tudo pela internet, e os clientes nem precisam vir aqui.

“Quando você trabalha em casa, o teu patrão é o cliente. Entender a necessidade dele, o anseio pela solução, entender o prazo e o motivo do prazo é muito importante”, ensina o consultor Valdivo Begali.

O consultor faz ainda um alerta para quem trabalha e mora no mesmo lugar.

“A principal desvantagem de trabalhar em casa é o profissional correr o risco de ficar ilhado e perder o contato com o que está acontecendo lá fora. Ao mesmo tempo, os clientes podem estar acompanhando o que esta acontecendo lá fora e ele ficar desatualizado”, explica.

Para o consultor, estabelecer horários é a melhor maneira de fazer o negócio andar sem comprometer a vida pessoal.
“Isso é comprar a paz. Porque a disciplina leva o profissional que trabalha em casa a cumprir as datas, cumprir as promessas e o profissional que trabalha em casa é que está cobrando as coisas do cliente.Ele compra a paz”, defende.

“Eu aprendi a trabalhar em grandes agências onde a disciplina era fundamental pra você trabalhar, onde tinha muito prazo para entregar o trabalho. Então, eu vim dessa escola da disciplina, de chegar cedo no trabalho, de não ter hora pra sair. Não é um terror se eu fico trabalhando um pouco mais, um pouco menos, isso é por conta do que faço”, defende Simone.

A Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios que já está nas bancas traz uma reportagem sobre negócios em casa.

Fonte: http://pegntv.globo.com/Pegn