Em homenagem ao grande gaúcho e pajador Jayme Caetano Braun, que se foi há dez anos, um verso apropriado:
...
Se não houver campo aberto
lá em cima, quando eu me for,
um galpão acolhedor,
de santa-fé bem coberto,
um pingo pastando perto,
só de pensar me comovo,
eu juro, pelo meu povo,
nem todo o céu me segura,
retorno a velha planura
pra ser gaúcho de novo.
Do livro Bota de Garrão, ed. Sulina
poema Galpão Nativo
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