quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

PRINCÍPIOS BÁSICOS DAS FINANÇAS PESSOAIS

 Prezado amigo.  Se você acha importante saber mais sobre Planejamento Financeiro Pessoal, vale a pena ler esta pequena introdução ao assunto.

 

O Planejamento Financeiro Pessoal é a forma de administrar as finanças pessoais com o objetivo de obter a independência financeira com a realização material e garantia do futuro (aposentadoria tranqüila).

 

O primeiríssimo passo é saber bem ao certo a sua receita. A fórmula ideal é somar todos os rendimentos dos últimos três anos e dividir por 36 (meses).  Este valor será a sua receita mensal.
 
Em seguida, some o seu custo fixo mensal. Veja a lista sugestiva ao final, que deve ser adaptada a cada pessoa ou família. 
 
Além do custo fixo mensal, toda pessoa ou família tem as despesas obrigatórias variáveis, ou seja, as que não são possíveis eliminar, mas passíveis de redução, como supermercado e lazer.
 
Por último, na classificação das despesas, temos as despesas não obrigatórias fixas, como assinatura de revistas, clubes, TV à cabo, cuidados pessoais.   
 
É importante salientar que a classificação das despesas varia de acordo com o padrão de vida de cada um. É preciso acrescentar, ainda, no custo fixo mensal, as despesas anuais com impostos (IR, IPTU, IPVA) e outras maiores, dividindo-as por doze.
 
Dentro deste quadro, o recomendável é não ter o custo fixo superior a 50% da receita, reservando-se 20% para investimento e poupança. Para as despesas variáveis e não obrigatórias fixas sobrariam 30%.

 

Claro que este cenário é irreal para as condições econômicas da maioria das famílias brasileiras. Mas é preciso ter um ideal a perseguir e este é o sugerido pelos economistas mais experientes no assunto.
 
Mas duas regras não podem ser desprezadas: um mínimo de 10% dos rendimentos para a poupança e a não obtenção de empréstimos que resultem em parcelas superiores a 30% da receita mensal.

 

Isto já seria ótimo.
 
Resumindo, são três as Regras de Ouro das Finanças Pessoais:
 
1)      Não gastar mais do que seus rendimentos;
2)      Não investir mal o seu dinheiro (comprar casa na praia, automóvel muito caro);
3)      Conseguir economizar e viver bem.
 
 
Posteriormente, vou informar bons livros e páginas da internet sobre este fascinante assunto, um pouco esquecido em nossa cultura: a educação sobre as finanças pessoais.

 

Mas sempre é tempo, especialmente se pensarmos nas crianças, cada vez mais atraídas pelo consumo exagerado.  
 
Uma grande feriado de carnaval, com descanso ou folia, enredado de paz, saúde, alegria e amizade. Ah, e dinheirinho no bolso!
 
Telmo Silveira
Planejador Financeiro Pessoal
 
 
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