"I. O ouro vem de bom grado e numa quantidade crescente para todo homem que separa não menos de um décimo de seus ganhos, a fim de criar um fundo para seu futuro e o de sua família". Ou seja, poupe 10% de tudo o que receber.
"II. O ouro trabalha diligente e satisfatoriamente para o homem prudente que, possuindo-o, encontra para ele (para o ouro) um emprego lucrativo, multiplicando-o como os flocos de algodão no campo". Moral da história: use a riqueza para gerar riqueza.
"III. O ouro busca a proteção do proprietário cauteloso, que o investe de acordo com os conselhos de homens mais experimentados em seu manuseio". Conclusão: siga conselhos de quem sabe, das pessoas experientes.
"IV. O ouro foge do homem que o emprega em negócios ou propósitos com que não está familiarizado ou que não contam com a aprovação daqueles que sabem poupá-lo". Não se esqueça: invista somente depois de estudar bem o assunto ou ouvir parecer de quem entende.
"V. O ouro escapa ao homem que o força a ganhos impossíveis ou que dá ouvidos aos conselhos enganosos de trapaceiros e fraudadores ou que confia em sua própria inexperiência e desejos românticos na hora de investi-lo". Lembre-se: escolha metas realistas e parceiros honestos, pense antes de obedecer aos impulsos.
* Fonte: Resumo do livro "O homem mais rico da Babilônia", de George S. Clason.

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