A aplicação em renda fixa mostra uma tendência de queda de rendimento, sendo superada pela caderneta de poupança. Isto ocorre em função da redução da taxa de juros básica (Selic) pelo Banco Central e do custo deste investimento (taxa de administração e imposto de renda).
Sendo assim, caso você tenha renda fixa e anda incomodado com o seu baixo rendimento, é prudente conversar com seu gerente para estudar as possibilidades de migrar para outra aplicação, como um fundo multimercado, fundo de ações ou mesmo a tranqüila e segura caderneta de poupança.
Apesar de pagar pouco diante dos juros cobrados pelos bancos quando pedimos empréstimos, a poupança leva a vantagem de não ter taxa de administração (um dado muito importante de saber quando se aplica em fundos de investimentos – acima de 1% é preocupante) e não ter incidência de imposto de renda. E tem a garantia de rendimento mínimo, 0,5% ao mês ou 6% ao ano. Além disso, é garantida pelo governo federal até o valor de R$ 60.000,00 em caso de quebra da instituição financeira depositária.
Atenção: jamais aventure-se em trocar de aplicação, em comprar ações ou entrar em um fundo de ações sem conversar com um especialista, o seu gerente de conta. Outra questão a ser verificada é o período de aplicação no fundo de investimento, por causa da incidência do imposto de renda. Quanto mais tempo aplicado, menor a alíquota. Daí que é preciso ter cuidado em fazer a mudança de aplicação.
Resumindo: quem não quer esquentar a cabeça ou perder tempo com o dinheirinho que está sobrando lá no banco,deixa na poupança. Mas se você pode e quer arriscar um pouco, tente um fundo de investimento ou de ações, conforme o seu perfil, a sua condição financeira e o tempo que você tem para deixar o dinheiro aplicado.
Amanhã, falaremos sobre princípios básicos das finanças pessoais.
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